tumultos em chaise-longue


errata d’helder, xxx. página oitenta e um, linha nove, onde se lê sedução deve ler-se sedição.
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melancolia zündapp

# lv
. nenhuma solenidade pode persistir no coração. elegância também não.
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errata d’helder, xxix. página setenta e sete, linha dois, onde se lê teu deve ler-se ateu.
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melancolia zündapp

# liv
. o amor é assunto de navalha.
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errata d’helder, xxviii. página setenta e cinco, linha treze, onde se lê ubiquidade deve ler-se ambiguidade.
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melancolia zündapp

# liii
. que não subsista ilusão, amores perfeitos são flores.
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errata d’helder, xxvii. página setenta e três, linha vinte e um, onde se lê caso deve ler-se caos.
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melancolia zündapp

# lii
. ninguém sai vivo do amor, mesmo se não sai. o amor é uma técnica de morte avançada.
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errata d’helder, xxvi. página setenta e três, linha sete, onde se lê usuário deve ler-se usurário.
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melancolia zündapp

# li
. não há a criatura cardíaca que não seja intrinsecamente fraca.
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errata d’helder, xxv. página setenta, linha onze, onde se lê imunidade deve ler-se impunidade.
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melancolia zündapp

# l
. o coração é o mais frouxo dos músculos, o que significa que qualquer animal depende dessa frouxidão e é definido, portanto perseguido, por ela.
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errata d’helder, xxiv. página setenta, linha dois, onde se lê hall deve ler-se wall.
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melancolia zündapp

# xlix
. atrás de cada coração há pelo menos duas mulheres.
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errata d’helder, xxiii. página sessenta e nove, linha vinte e um, onde se lê força deve ler-se forca.
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melancolia zündapp

# xlviii
. o amor é, como foi sempre, assunto venal, não arterial.
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errata d’helder, xxii. página sessenta e nove, linha sete, onde se lê trepidação deve ler-se trepanação.
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errata d’helder, xxi. página sessenta e cinco, linha treze, onde se lê alma deve ler-se lama.
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melancolia zündapp

# xlvii
. coração, uma das miudezas que vão na canja.
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errata d’helder, xx. página sessenta e quatro, linha sete, onde se lê infância deve ler-se infâmia.
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melancolia zündapp

# xlvi
. o coração é uma puta.
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errata d’helder, xix. página sessenta e quatro, linha onze, onde se lê imortalidade deve ler-se imoralidade.
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melancolia zündapp

# xlv
. coração t2, t3, mais uma assoalha, com garagem própria. coração de pedra é diferente, tanto na engenharia quanto na alvenaria.
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errata d’helder, xviii. página sessenta e quatro, linha dois, onde se lê prejuízo deve ler-se perjúrio.
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melancolia zündapp

# xliv
. nenhum coração distingue crueldade de liberdade.
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